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Líder!


E o que foi o Gp da Malasia? Um corrida um tanto quanto confusa na certa, aparentemente a impressão é a de que teríamos um corrida monótona talvez pela previsão do tempo que ameaçava chuva e uma série de rodadas e batidas. Mas não foi assim, muito pelo contrário, as RBR´s aproveitaram a vantagem de largar na frente, especialmente Vettel que tomou a ponta da corrida já na largada, e deram seu show particular fazendo uma corrida à parte. O resultado como todos já sabem, Vettel vencedor! Porém as atenções da corrida (e das câmeras de TV) estiveram para as Ferraris e Mclaren que prometeram e cumpriram a corrida de recuperação. Na primeira parte da corrida o desempenho melhor foi das Mclaren´s, enquanto isso as vermelhinhas de maranello tomavam coça de Adrian Sutil e Alguersuari, e coça mesmo, não foi como o Galvão disse que nas pistas projetadas pelo alemão Hermann Tilke os carros que possuem o mesmo motor não conseguem se ultrapassar, aff Galvão, fala besteira não! O problema era dos pneus Galvão... ô Galvãão...
No entanto, após o pit stop, de pneus macios, as Ferraris foram melhores que as Mclarens e brigaram por posições. Um dos melhores momentos da corrida, na minha opinião, foi ver Alonso abandonar a corrida a duas voltas do fim, e o espanhol teve a cara de pau de dizer que foi a corrida mais difícil da vida porque estava sem câmbio. Ô Alonso... queria ver você correr com câmbio manual só com a sexta marcha lá em Barcelona, chora não Fernando.. falar isso depois q abandonou a prova é fácil.. termina que eu quero ver...
Bom pra Felipe Massa que conseguiu morder, ao menos por enquanto, a liderança do mundial de pilotos! Com o pé no chão, Massa disse: "É ótimo saber que você está em primeiro, mas ainda há 16 corridas pela frente e nada muda".
Enfim, tive pena de Schumacher, coitado, o alemão não merece isso... sua mercedes não rendeu e ele teve que abandonar a prova.
Por fim, Rubens Barrichello.
Largando em sétimo, a expectativa dele era de fazer uma boa corrida e humildemente marcar "uns pontinhos". Fala mais nada não Rubinho, não conseguiu nem sair do lugar na largada e quase teve sua traseira inundada pela Virgin de Lucas DiGrassi. A minha sugestão pro brasileiro é: Faça uma tatuagem com a frase da sua vida. "Dessa vez não, dessa vez não... dessa vez sim... dessa vez siim"

Brawn neles !


O Grande Prêmio da Espanha traduziu bem o campeonato de 2009:

> A BrawnGP se confirma como favorita ao título e a equipe a ser batida.
> Button mostrou que tem todas as condições para ser campeão.
> A estrela de Barrichello está bem no lugar que a Hortência falou.
> Enquanto a de Ross Brawn está brilhando bem forte.
> A Red Bull já se mostra como a grande adversária da Brawn.
> Massa é melhor que o carro.
> Raikkonen continua com cara de "não tô nem aí".
> A Ferrari é definitivamente a equipe trapalhona.

E o Nelsinho, bem, o Nelsinho tem que pedir pro pai comprar uma equipe de Stock pra ele encerrar a carreira. Esse se tiver estrela, é do fundo do mar.

Button vence na Espanha aproveitando a estrela apagada de Rubinho

Não há mais desculpas que sobrem para Rubens Barrichello, nem sequer a sorte que ele tanto dizia estar do outro lado. Jenson Button fez apenas o normal. Correu no limite do carro e venceu. Competência é fundamental e isso o inglês tem de sobra. A troca de estratégia demonstrou inteligência de campeão.
Massa é melhor que seu carro. Se estivesse no cockpit da Brawn já teria 5 vitórias tranquilamente. É incrível o que a equipe vermelha consegue aprontar, parecendo que gosta de ser alvo de chacotas. O resultado do GP da Catalunha é um só: competência nunca faz mal a ninguem.


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Ferrari está de volta na Espanha, amigo!

Galvão já anunciou a volta da equipe de Maranello. Tomara que Felipe retome o caminho das vitórias. Acredito que na Espanha ainda seja cedo, mas tudo pode acontecer. Jenson Button continua sua fase magnífica e cravou a pole position, já Barrichello mais uma vez deu razão à Hortência. Já passou da hora dele reagir. Cada vez mais surgem novos postulantes ao título e Rubinho parece dar seguidos passos para trás. O GP da Espanha, com dois brasileiros na segunda fila, promete ser disputado, mas se Button ganhar: SEGURA QUE EU QUERO VER, AMIGO!

Hortência: 'A estrela do Rubinho fica na bunda'

Carlos Nunes tomou posse como novo presidente da Confederação Brasileira de Basquete (CBB) na manhã desta terça-feira, mas as atenções ficaram voltadas para a ex-jogadora Hortência, escolhida pelo dirigente para comandar o basquete feminino brasileiro. Desde o momento em que botou os pés no auditório da entidade, no Centro do Rio de Janeiro, a rainha atraiu os holofotes. Ela fez até piada com o piloto Rubens Barrichello, que compete na Fórmula 1, ao desejar sorte a Carlos Nunes.

- O nosso basquete está precisando de sorte, que sempre vem quando se trabalha. Mas também é preciso ter estrela. Vejam o caso do Rubinho. Ele tem estrela, ganha muito dinheiro, mora na Europa. O problema é que a estrela dele fica na bunda. Quando ele senta no cockpit, ela apaga - afirmou Hortência, provocando gargalhadas em um auditório lotado.

Vitórias de Button, protesto contra a Brawn... Fórmula 1 mudou e continua a mesma


Depois de um certo tempo sem postar, venho trazer uma crítica ampla sobre o que se passou nesses dois finais de semana. O principal: a sorte do Rubinho não é das melhores.
Como eu havia antecipado aqui, é outra categoria, sem parâmetros com os anos anteriores. Se tudo mudou, quem se prepara melhor é quem se sobressai. É o qe está acontecendo. Grande vantagem para a Brawn, que não se resume a um difusor. Resta saber se o Tribunal de Apelações estragaria o espetáculo. Minha opinião é que não irá, pois tudo está do jeito que todos queriam, uma reviravolta com todos precisando se readaptar e várias ultrapassagens. O mais interessante é que não existe mais último lugar cativo. Que venha Xangai... ou antes disso, o veredito!

Brawn e Rubinho selam acordo - Senna fora

Alegria de uns, tristeza de outros. Ainda não foi dessa vez que o piloto Bruno Senna teve a chance ganhar uma vaga de piloto titular. A experiência de 267 GPs e seu bom relacionamento com o novo dono da equipe garantiram a Rubinho se manter por mais um tempo na categoria na equipe que deve utilizar motores Mercedes. Só falta o anúncio.

Barrichello na USF1 - Fim de carreira

Pobre Rubens Barrichello. Fim de carreira melancólico. A futura equipe de Fórmula 1, USF1, que ainda não tem nada definido, já se disse interessada nele para poder aproveitar de toda sua experiência e ainda por ele ser capaz de aceitar ficar entre 10° e 14° nos dois primeiros anos da equipe.

HONDA FORA ! BRASIL "sifu"

Depois de diversas especulações a respeito de qual piloto substituiria Rubens Barrichello, de quem entraria em seu lugar, Senna ou Di Grassi, a equipe Honda Motor comunicou oficialmente a sua retirada do circo da Fórmula 1.
Há de se entender que a crise econômica mundial, afetou gravemente o setor automobilístico, inclusive fazendo com que grandes multinacionais, como a GM e a Chrysler, ameaçassem pedir falência; porém nunca se falou na gigante japonesa Honda. Agora, já se fala também na tão gigante Toyota. A categoria principal do automobilismo esportivo é excessivamente cara, as principais autoridades do esporte buscam soluções que venham reduzir os altíssimos custos, e no ápice de uma crise financeira é de se pesar que mais vale um passarinho na mão do que correndo de fórmula um.
A Honda gastou cerca de US$ 540 milhões de dólares, o que em Reais aproxima-se de R$ 1 milhão e meio, com toda essa crise os acionistas pressionaram a diretoria para que a retirada acontecesse o quanto antes, e ainda existe a possibilidade de deixarem também o motociclismo de competição.

O fato é que o Brasil perdeu quatro chances com essa saída; o primeiro é Bruno Senna, que era o piloto mais cotado a ser companheiro de Button, o segundo é Di Grassi também pelo mesmo motivo, o terceiro é Rubinho que ainda guardava esperanças de continuar na F1, e a quarta é a Petrobras que a partir de 2009 forneceria o combustível para a equipe japonesa, já que não possui mais contrato com a Williams.

Mas o importante disso tudo consiste na preocupação com a Fórmula 1, afinal uma equipe importante acaba de sair, existe o risco de outra equipe que investe muito neste esporte também sair (Toyota), e se isso provocar uma reação em cadeia, montadoras como a Mercedes, Renault, Ferrari, BMW também procurariam se garantir nas ruas com a venda de veículos, que também caiu consideravelmente.

Seria o fim do nosso esporte favorito.

DIREITO DE RESPOSTA

Algumas postagens atrás, houve espaço para algumas críticas a Rubens Barrichello. Para ser justo e até sendo mais coerente, abro espaço para um texto muito bem argumentado e que merece servir como um contrapeso:

"Já não faz mais sentido, para muita gente, a essa altura do campeonato, tentar conter o linchamento midiático a que Rubens Barrichello vem sendo submetido desde a véspera da canonização de Felipe Massa, no Grande Prêmio do Brasil. A maioria dos brasileiros não quer mais saber de Rubens e, em vez de gratidão e homenagem, no momento em que ele luta de forma angustiante para permanecer na Fórmula 1, diverte-se com novas piadas. Tudo bem: faz parte do jogo e Barrichello, nós sabemos, tem sua parcela de responsabilidade nesse melancólico canto de cisne que se desenha.

Nessas circunstâncias, poucos terão boa vontade para lembrar que Rubens foi duas vezes vice-campeão, obteve nove vitórias e protagonizou alguns momentos memoráveis em sua passagem pela Fórmula 1, principalmente quando a pista esteve molhada. Menos ainda para ponderar que Barrichello dividiu boa parte de seus dias na categoria com Schumacher, um gênio que só fez atrapalhar sua carreira, suas estatísticas e, principalmente, suas cláusulas contratuais com a Ferrari.



Na fila do incenso para Massa, pouca gente terá paciência de admitir que ele, Felipe, já não tem a dramática obrigação – aceita irresponsavelmente por Barrichello, diga-se - de substituir Senna no coração de milhões de brasileiros fulminados pela tragédia de Imola. Massa também não tem que enfrentar, como Rubens, o desejo intenso, mal-informado e imediatista de boa parte de nossa mídia por manchetes gloriosas como as de Ayrton e Nelson.



Sendo assim, não é absurdo sugerir a Barrichello que, pelo menos por uma vez, substitua aquele otimismo quase sempre desastrado - como o de sua virtual aposentadoria compulsória – por uma postura mais franca e reveladora. Em outras palavras, sugiro o seguinte: Bate, Rubinho!

Sai batendo com vontade!

Não se dissolva, dessa vez, diante dos microfones brasileiros!

Conte o que era pilotar uma Jordan-Yamaha nos tempos da Williams-Renault e demonstre o ridículo que era – e é – cobrar de você o desempenho que Senna tinha nos tempos de McLaren. Conte em detalhes a sacanagem monumental de Flavio Briatore, traindo na véspera um contrato pelo qual você dividiria a Benetton-Renault com Jean Alesi.



Bate, Rubinho! Revele os muitos coices que tomou do famoso cavalino rampante de Maranello. Dê detalhes da hipocrisia da Ferrari em atribuir, ao seu “ângulo de ataque” da zebra, aquela gravíssima quebra de suspensão no final da reta de Hungaroring. Divida, com os que torceram por você, os bastidores da vergonhosa tirada de pé para o alemão em Zeltweg.

E bate mais, Rubinho!

Relacione os que embarcaram contigo no ingênuo e desastroso projeto de “substituir” Senna e hoje fingem não ter feito parte dele. Mostre como a imprensa brasileira, com poucas exceções, foi desinformada, oportunista e leviana, no exagero de suas derrotas e na injustiça com seus bons resultados. E mande, pelo menos uma vez, de boca cheia, para a puta que os pariu, os humoristas que se fizeram com suas desgraças.

Explique, ainda, para quem te chama de banana, o que significa desintegrar um carro no alambrado de Imola, morrer por alguns segundos com a língua enrolada na garganta, e voltar a treinar, rápido, dias depois, num carro de Fórmula 1, enquanto todos ainda tentavam se recuperar das tragédias de Senna e Ratzenberger.

Finalmente, depois de bater muito, diga adeus à Fórmula 1, Rubinho.

E seja feliz, que você merece."

Ernesto Rodrigues
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